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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Poejo



Há precisamente um mês fui passar um fim-de-semana a "Salvaterra do Extremo", aliás uma zona magnífica, e num piquenique que fizémos à beira-rio apanhei estes pézinhos de poejo e vejam só como passado um mês eles se tornaram tão lindos e espigadotes.

Será que o resto da malta que tembém levou para casa poejo e outras ervinhas aromáticas, tiveram o mesmo resultado? Se passarem por aqui digam qualquer coisa, ok?




O poejo (Mentha pulegium) é uma das espécies mais conhecidas do género Mentha. Da família Lamiaceae, é uma perene cespitosa de raízes rizomatosas que cresce bem em sítios húmidos ou junto de cursos fluviais, onde pode ser encontrada selvagem entre gramíneas e outras plantas.
Os seus erectos talos quadrangulares, muito ramificados, podem chegar a medir entre 30 a 40 cm. As folhas são lanceoladas e ligeiramente dentadas, de cor entre os verdes médio e escuro. Dispõem-se opostamente ao longo dos talos. As diminutas flores rosadas nascem agrupadas em densas inflorescências globosas.

Origem

Esta planta aromática, de crescimento espontâneo, é conhecida há séculos em todo o Mediterrâneo e Ásia ocidental pelas suas propriedades carminativas, relaxantes e até como emenagoga quando tomada em infusão. Por extracção de um óleo essencial, também pode ser usada em aromaterapia

Etimologia

O termo pulegium, que deriva da palavra latina pulex (pulga), deve-se ao antigo costume de queimar poejo no interior das casas para repelir estes insectos.

Utilização

Expectorante, contra a gripe, tosse crónica, calmante para o sistema nervoso, constipações, insónias, dores reumáticas, acidez do estômago, fermentação, enjôo, bronquite e asma.

E é claro que também em muitos pratos deliciosos!

Curiosidades

Na Nova Inglaterra, é conhecido como folha da bíblia.


Fonte: Wikipédia