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terça-feira, 1 de junho de 2010
O melhor do mundo!
Diz-se por aí que o melhor do mundo, são as crianças…, sendo hoje, o dia Mundial da Criança, vamos fazer jus a essa afirmação, reflectindo e ponderando sobre a situação da criança em geral.
Se temos as crianças como O MAIOR TESOURO, porque é que então não cuidamos e amamos esse tesouro?
Porque ficam elas sujeitas a todo o tipo de tortura física e psicológica?
Quando no seio de uma família a criança é violentada física ou sexualmente, que poderemos nós esperar de uma sociedade assim?
Se para se adoptar uma criança é necessário que os adoptantes sejam avaliados psicologicamente, então porque não submeter também todos os pais legítimos a essa mesma avaliação? Parece uma ideia de loucos? Não, não é, possivelmente não teríamos tantos abandonos, tantos maus-tratos, tantas violações, até mesmo crianças como mercadoria de troca no sub-mundo da pedofilia, da droga e afins…
Será esta situação degradante e abominável permitida por uma sociedade, dita civilizada, que nos leva ainda a acreditar verdadeiramente que esse TESOURO possa mesmo na realidade vir a ser "O melhor do mundo" e possa assim, vir a integrar uma sociedade mais humanizada e melhor?
Desenhei na areia uma boneca como tu
Veio o mar e levou-te.
Insisti em desenhar a boneca como tu
Mas…, antes, fiz uma barreira de areia!
Paula Chorão
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Quem são?
A poesia faz-me viajar num mundo de sonho e fantasia.
Vacilei por muito tempo
Até me encontrar.
Não sei se ainda penso…
Vou a vida difamar!
Quem são…?
Que procuram e não encontram?
Que lutam e nunca vencem?
Que pedem e lhes não dão?
No espelho da minha imagem
Vejo apagar-se meu rosto
Dissipar-se entre a névoa do meu olhar
Por aquilo que sou…
Nada, nem ninguém me transforma!
Quem são…?
Que procuram e não encontram?
Que lutam e nunca vencem?
Que pedem e lhes não dão?
O fruto da nossa estagnação!
Procuram e não encontram.
O fruto do nosso insucesso!
Lutam e nunca vencem.
O fruto da nossa indiferença!
Pedem e nada lhes dão.
Enfim…
Na avareza de uma sociedade,
São amarras que não se soltam,
Bloqueios intransponíveis,
Valores perdidos no tempo,
Sob a tirania de uma Humanidade perdida!
Autoria: Paula Chorão
Vacilei por muito tempo
Até me encontrar.
Não sei se ainda penso…
Vou a vida difamar!
Quem são…?
Que procuram e não encontram?
Que lutam e nunca vencem?
Que pedem e lhes não dão?
No espelho da minha imagem
Vejo apagar-se meu rosto
Dissipar-se entre a névoa do meu olhar
Por aquilo que sou…
Nada, nem ninguém me transforma!
Quem são…?
Que procuram e não encontram?
Que lutam e nunca vencem?
Que pedem e lhes não dão?
O fruto da nossa estagnação!
Procuram e não encontram.
O fruto do nosso insucesso!
Lutam e nunca vencem.
O fruto da nossa indiferença!
Pedem e nada lhes dão.
Enfim…
Na avareza de uma sociedade,
São amarras que não se soltam,
Bloqueios intransponíveis,
Valores perdidos no tempo,
Sob a tirania de uma Humanidade perdida!
Autoria: Paula Chorão
Vivo!
Aqui fica mais um poema da minha autoria. Espero que gostem!
Vivo o canto do pássaro
Que voa sem receio.
A lua que ilumina
Com seu olhar cheio.
Vivo o vinho que bebo
E me conforta
Cada silêncio que ouço
E me derrota…
Vivo a criança
Que em mim habita
O choro que a lágrima
Agita
Vivo o choro da criança
Que o mundo esquece
O esplendor do sol
Que minh´alma aquece
Vivo os amigos de sempre
Que em meu coração moram
Mães que sentem
E por seus filhos choram
Vivo intensamente
Sem saber
Na esperança
De nunca esquecer.
Vivo o momento
Que me convém
As guerras
Que ninguém detém
Vivo o Amor
Que não se explica
E o poema
Que em mim grita
Vivo angústias alheias
Para as minhas esquecer
Cada manhã…
Para não me perder.
Vivo pelos outros
Vivo por mim
Vivo para os outros
O que esperam de mim?
Autoria: Paula Chorão
Vivo o canto do pássaro
Que voa sem receio.
A lua que ilumina
Com seu olhar cheio.
Vivo o vinho que bebo
E me conforta
Cada silêncio que ouço
E me derrota…
Vivo a criança
Que em mim habita
O choro que a lágrima
Agita
Vivo o choro da criança
Que o mundo esquece
O esplendor do sol
Que minh´alma aquece
Vivo os amigos de sempre
Que em meu coração moram
Mães que sentem
E por seus filhos choram
Vivo intensamente
Sem saber
Na esperança
De nunca esquecer.
Vivo o momento
Que me convém
As guerras
Que ninguém detém
Vivo o Amor
Que não se explica
E o poema
Que em mim grita
Vivo angústias alheias
Para as minhas esquecer
Cada manhã…
Para não me perder.
Vivo pelos outros
Vivo por mim
Vivo para os outros
O que esperam de mim?
Autoria: Paula Chorão
domingo, 19 de abril de 2009
Vivo...
Vivo o canto do pássaro
Que voa sem receio.
A lua que ilumina
Com seu olhar cheio.
Vivo o vinho que bebo
E me conforta
Cada silêncio que ouço
E me derrota…
Vivo a criança
Que em mim habita
O choro que a lágrima
Agita
Vivo os amigos de sempre
Que em meu coração moram
Mães que sentem
E por seus filhos choram
Vivo pelos outros
Vivo por mim
Vivo para os outros
O que esperam de mim?
Vivo intensamente
Sem saber
Na esperança
De nunca esquecer.
Vivo o momento
Que me convêm
As guerras
Que ninguém detêm
Vivo o choro da criança
Que o mundo esquece
O esplendor do sol
Que minh´alma aquece
Vivo o Amor
Que não se explica
E o poema
Que em mim grita
Vivo angústias alheias
Para as minhas esquecer
Cada manhã…
Para não me perder.
Autoria: Paula Chorão
Que voa sem receio.
A lua que ilumina
Com seu olhar cheio.
Vivo o vinho que bebo
E me conforta
Cada silêncio que ouço
E me derrota…
Vivo a criança
Que em mim habita
O choro que a lágrima
Agita
Vivo os amigos de sempre
Que em meu coração moram
Mães que sentem
E por seus filhos choram
Vivo pelos outros
Vivo por mim
Vivo para os outros
O que esperam de mim?
Vivo intensamente
Sem saber
Na esperança
De nunca esquecer.
Vivo o momento
Que me convêm
As guerras
Que ninguém detêm
Vivo o choro da criança
Que o mundo esquece
O esplendor do sol
Que minh´alma aquece
Vivo o Amor
Que não se explica
E o poema
Que em mim grita
Vivo angústias alheias
Para as minhas esquecer
Cada manhã…
Para não me perder.
Autoria: Paula Chorão
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
INJUSTIÇA!
Como pode a INJUSTIÇA doer tanto, fazer um buraco tão fundo na alma, sem pedir licença para entrar, sem sequer se questionar, se realmente tem direito a ferir sem piedade e perdão, esquecer a verdadeira razão de existir e perguntar a si própria:
Terei EU o direito de injustiçar alguém, quando EU própria sou a verdadeira INJUSTIÇA?
Sendo a MÃE SUPREMA, terei EU o direito de espezinhar, de maltratar, de ferir, de escarnecer, de repudiar, de ignorar, de vitimizar...?
Tendo EU plena consciência da minha crueldade e frieza, serei EU capaz de ver mais além e fazer uma auto-avaliação de meus actos?
EU...na minha injusta inconsciência, vivo meus pecados e não quero, não posso e não devo admitir, pois as minhas fraquezas são as minhas fraquezas e guardo-as egoísticamente só para mim, enquanto as fraquezas dos outros minha fortaleza se tornam.
Paula Chorão
Terei EU o direito de injustiçar alguém, quando EU própria sou a verdadeira INJUSTIÇA?
Sendo a MÃE SUPREMA, terei EU o direito de espezinhar, de maltratar, de ferir, de escarnecer, de repudiar, de ignorar, de vitimizar...?
Tendo EU plena consciência da minha crueldade e frieza, serei EU capaz de ver mais além e fazer uma auto-avaliação de meus actos?
EU...na minha injusta inconsciência, vivo meus pecados e não quero, não posso e não devo admitir, pois as minhas fraquezas são as minhas fraquezas e guardo-as egoísticamente só para mim, enquanto as fraquezas dos outros minha fortaleza se tornam.
Paula Chorão
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Tantas as coisas...
Uma vontade de escrever sem saber por onde começar...
Uma vontade de viver que me penetra o olhar!
Tantas as coisas que me agitam e desolam...
Tantas as vidas que me comovem e consolam!
Tantos os medos e alegrias que me envolvem...
Tantos pecados e penitências se absolvem!
Tantos segredos e verdades que se ocultam...
Tantas fantasias e amores se avultam!
Tantas paixões e perdições desvanecem...
Tantas imagens em espelhos reflectem!
Esta vontade que me alicia...
Deste vício que me vicia!
Autoria: Paula Chorão
Uma vontade de viver que me penetra o olhar!
Tantas as coisas que me agitam e desolam...
Tantas as vidas que me comovem e consolam!
Tantos os medos e alegrias que me envolvem...
Tantos pecados e penitências se absolvem!
Tantos segredos e verdades que se ocultam...
Tantas fantasias e amores se avultam!
Tantas paixões e perdições desvanecem...
Tantas imagens em espelhos reflectem!
Esta vontade que me alicia...
Deste vício que me vicia!
Autoria: Paula Chorão
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Ao acaso...
Ao acaso perdido,
Na noite fria e imensa...
Por distracção esquecido...?
Qual Lar...qual pretensa...?
Não seremos nós punidos...?
Ou talvez...rogar clemência?
Perdido no Tempo e na Razão,
Na tristeza de um Olhar...
Com memórias de Ilusão,
Sentimentos a espelhar,
Uma Vida de exclusão!
Escondido em qualquer canto,
Com a solidão como abrigo,
A lua como seu manto...
A multidão...constante perigo...
As estrelas...seu pranto...
Onde estará o Meu Amigo?
Autoria: Paula Chorão
Na noite fria e imensa...
Por distracção esquecido...?
Qual Lar...qual pretensa...?
Não seremos nós punidos...?
Ou talvez...rogar clemência?
Perdido no Tempo e na Razão,
Na tristeza de um Olhar...
Com memórias de Ilusão,
Sentimentos a espelhar,
Uma Vida de exclusão!
Escondido em qualquer canto,
Com a solidão como abrigo,
A lua como seu manto...
A multidão...constante perigo...
As estrelas...seu pranto...
Onde estará o Meu Amigo?
Autoria: Paula Chorão
Tempo
Escravizados pelo tempo,
Na penumbra de uma Nação...
Não há tempo ou contratempo
A não ser...Nossa Razão!
Subjugados já não somos,
por países e fronteiras,
Subjugados nós já fomos
E nunca trocámos bandeiras.
Na Glória de Grandes Feitos,
Terras longínquas pisámos
A todos os perigos sujeitos...
Mares e Oceanos atravessámos.
Terceiro mundo não somos,
Mas por lá perto andamos,
Quando se recorda o que fomos...
É com pudor que calamos.
Nação pressupõe Evolução,
Então porque não evoluímos?
Civilização...A pura Razão!
E por isso...contribuímos.
Autoria: Paula Chorão
Na penumbra de uma Nação...
Não há tempo ou contratempo
A não ser...Nossa Razão!
Subjugados já não somos,
por países e fronteiras,
Subjugados nós já fomos
E nunca trocámos bandeiras.
Na Glória de Grandes Feitos,
Terras longínquas pisámos
A todos os perigos sujeitos...
Mares e Oceanos atravessámos.
Terceiro mundo não somos,
Mas por lá perto andamos,
Quando se recorda o que fomos...
É com pudor que calamos.
Nação pressupõe Evolução,
Então porque não evoluímos?
Civilização...A pura Razão!
E por isso...contribuímos.
Autoria: Paula Chorão
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
O vento
De repente ouvi na janela bater...
Seria o vento? Não!
Na janela só batia o desalento...
Fingi que não ouvi e perdi-me no pensamento.
Chamei...mas ninguém ouviu...
Dei por mim a vaguear pelo quarto
Sem saber que fazer!
Percebi que não estava só
Tinha o vento lá fora e cá dentro...
O desalento de tudo querer e nada fazer.
Porque será que nos perdemos no TEMPO?
Pensamos e não agimos...
Tanta coisa que fica por dizer e por fazer...
Autoria: Paula Chorão
Seria o vento? Não!
Na janela só batia o desalento...
Fingi que não ouvi e perdi-me no pensamento.
Chamei...mas ninguém ouviu...
Dei por mim a vaguear pelo quarto
Sem saber que fazer!
Percebi que não estava só
Tinha o vento lá fora e cá dentro...
O desalento de tudo querer e nada fazer.
Porque será que nos perdemos no TEMPO?
Pensamos e não agimos...
Tanta coisa que fica por dizer e por fazer...
Autoria: Paula Chorão
Mãe Natureza
Um poema de entre muitos, que escrevi há já alguns anos e que agora decidi partilhar.
Mãe Natureza,
Tens teu vínculo sobre a Terra!
Nasceste do vazio, do nada...
Tua majestosa alma
Procria em teus seios,
Um Amor efémero...,
Que Seres lançados
A teus pés se prostram.
Não sabem julgar-te,
Nem sequer admirar
Tua Beleza interior!
Filhos da Natureza,
Que de ti provêm,
E de ti dependem.
Querem-te a seu lado,
Mas...algo lhes diz,
Que seus passos se medem,
Que chegou a altura
De se livrarem do teu domínio...
És Vida, és Amor, és algo...
Fascinante...
Dás Segurança e
Razão de Viver!
Autoria: Paula Chorão
Mãe Natureza,
Tens teu vínculo sobre a Terra!
Nasceste do vazio, do nada...
Tua majestosa alma
Procria em teus seios,
Um Amor efémero...,
Que Seres lançados
A teus pés se prostram.
Não sabem julgar-te,
Nem sequer admirar
Tua Beleza interior!
Filhos da Natureza,
Que de ti provêm,
E de ti dependem.
Querem-te a seu lado,
Mas...algo lhes diz,
Que seus passos se medem,
Que chegou a altura
De se livrarem do teu domínio...
És Vida, és Amor, és algo...
Fascinante...
Dás Segurança e
Razão de Viver!
Autoria: Paula Chorão
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